Voluntários Code Club Brasil

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7 jogos que ensinam crianças a programar de forma simples e (MUITO) divertida e grátis

Em um mundo cada vez mais guiado pela tecnologia, ao invés de usuários passivos, milhões de crianças no mundo inteiro estão sendo incentivadas a aprender programação de forma divertida e acessível.

Mesmo que os pequenos não queiram escolher uma profissão diretamente ligada ao mundo tecnológico, o conhecimento básico dos conceitos de programação pode fortalecer a capacidade da resolução de problemas e habilidades do pensamento.  Segundo o presidente da Microsoft, Bill Gates, aprender a programar estende a mente e ajuda a pensar melhor, cria uma maneira de pensar sobre as coisas que são úteis em todos os domínios.

Há uma variedade enorme de plataformas que ajudam as crianças a criar seus próprios jogos e animações utilizando métodos de codificação simplificados. Listamos 7 jogos de múltiplas plataformas – iOS, Android, PC e Mac – que ajudam os pequenos a dar início a uma nova visão do mundo digital, levando em conta diferentes idades e níveis de conhecimento. Confere aí!

Lightbot e Lightbot Jr.

Faixa Etária: 4-8 anos (Lightbot Jr.), +9 anos (Lightbot)
Plataformas: navegadores da Web, iOS, Android
Preços: Grátis (browser), $ 3 (iOS / Android)
Saiba mais: Jogo de Browser, iTunes, o Google Play
Visão do especialista: “Embora pareça simples, Lightbot antecipa alguns aspectos interessantes e mais sofisticados de programação de computador.” – Fritz Ruehr, professor de Ciência da Computação, da Universidade de Willamette, em Oregon – EUA.

lightbot

Muitas escolas usam Lightbot para ajudar a ensinar conceitos básicos de programação. / Image Credit: Dan Crawley

Lightbot é um jogo de quebra-cabeça de programação de Danny Yaroslavski, um estudante universitário canadense. O objetivo é fazer com que a sua luz robot-se todos os azulejos azuis em uma grade 3D. A diferença é que para fazer isso você entra em uma corrida programando o seu robô com uma série de instruções.

Yaroslavski diz que Lightbot ensina conceitos como planejamento, teste, depuração, procedimentos e loops.

É possível jogar a versão gratuita, apropriada para uma hora de jogo, em seu dispositivo móvel ou através do seu browser. Duas versões completas do Lightbot, para diferentes grupos etários, estão à venda no iTunes e Google Play.

 

Kodable

Faixa Etária: 5-8 anos
Plataformas: iOS
Preços: Grátis (US $ 7 para a versão Pro)
Saiba mais: Site Kodable, iTunes
Visão do especialista: “Kodable desenvolve habilidades de programação para que as crianças possam aprender a codificar. Os pequenos podem nem sequer saber ler. “- Terri Eichholz, professor de K-5 para alunos superdotados, South Centr.
Legenda: O jogo é uma oportunidade de ser desafiado em uma idade tão precoce, que prova o quão espertas as crianças podem ser.” –  co-fundador Gretchen Huebner.
Crédito da imagem: Carli Spina.

kodable

Kodable possui 105 níveis de labirinto para ajudar a ensinar crianças e jovens, conceitos como condições de programação, loops, funções e depuração.

Evita o uso de texto por completo, tornando-se um grande ponto de entrada para crianças mais jovens. “É engraçado o quanto os adultos subestimam as crianças. O jogo é uma oportunidade de ser desafiado em uma idade tão precoce, que prova o quão espertos as crianças podem ser.” disse o co-fundador do Kodable, Grechen Huebner – TechRepublic

A versão gratuita do Kodable inclui os primeiros 45 níveis. A versão Pro de U$ 7  também adiciona lições de vocabulário e guias de aprendizagem.

Robozzle

Faixa Etária: +6 anos e adultos.
Plataformas: navegadores da Web, iOS, Android, Windows phone
Preços: Grátis (browser), $ 2 (móvel)
Saiba mais: Jogo de Browser, iTunes, Google Play, loja do Windows
Visão do especialista: “Parece um jogo de puzzle, mas para mim é uma divertida e interessante maneira de introduzir conceitos de programação. E talvez, seja um jogo para atrair os jovens interessados em programação. “- Alfred Thompson, professor do Ensino médio de ciência da computação.

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Robozzle parece simples no início, mas logo revela suas complexidades. / Crédito da imagem: Dan Crawley

Se você está procurando um desafio para as crianças mais velhas (ou você mesmo), tente Robozzle. É um jogo de quebra-cabeça que o programador da Microsoft Igor Ostrovsky criou em seu tempo livre.

No jogo, você guia um robô através de uma série de labirintos usando comandos limitados. Os níveis variam, desde aqueles adequados para crianças pequenas até quebra-cabeças que farão codificadores experientes coçarem a cabeça!

É livre para jogar através de navegadores (usando Silverlight), e permite os jogadores criar, votar e comentar sobre os novos níveis.

Existem versões do Robozzle para iOS, Windows Phone 7 e Android. Os preços variam.

Cargo-Bot

Faixa Etária: +5 anos e adultos
Plataformas: iOS
Preços: Grátis
Saiba mais: iTunes
Visão do especialista: “Ótimo app para ensinar codificação.”- Professor Mike Lawrence, Empreendedor educacional e co-fundador da Academia Google

Cargo-Bot foi criado com Codea em um iPad. / Crédito da imagem: Dan Crawley

Cargo-Bot foi criado com Codea em um iPad. / Crédito da imagem: Dan Crawley

Cargo-Bot foi o primeiro jogo programado inteiramente em um iPad. É acessível para crianças em cinco níveis mais fáceis, mas oferece um verdadeiro desafio à medida que progride.

Os jogadores usam um guindaste para mudar caixas de lugar em torno de uma fábrica. Ao fazer isso, eles usam conceitos de codificação, como loops e procedimentos e fazer uma tonelada de depuração.

“Eu queria que fosse um jogo sobre a movimentação de blocos com garras, que fizesse você esquecer que está programando de verdade.” disse o desenvolvedor Rui Viana –  Fast Company.

 

 

Code Combat

Faixa Etária: +13 anos (ou mais jovens com orientação)
Plataformas: navegadores da Web
Preços: Grátis
Saiba mais: Site Code Combat
Visão do especialista: “Com abordagem criativa e envolvente, o jogo ensina codificação através da brincadeira.” – Jason Battles, Universidade do Alabama.

Code Combat mistura magos, guerreiros, ogros e codificação de forma divertida. / Crédito da imagem: Dan Crawley

Code Combat mistura magos, guerreiros, ogros e codificação de forma divertida. / Crédito da imagem: Dan Crawley

Code Combat é o único título na lista que tem jogadores com o código real para jogar (Javascript atualmente, com suporte experimental para CoffeeScript, Python, Clojure e Lua).

Neste jogo de fantasia, é possível trabalhar através de níveis single-player, além de desenvolver habilidades de codificação. No momento está rolando um torneio multiplayers chamado Greed valendo $40.000 em prêmios.

E mais, o jogo ainda ajuda empresas a recrutar jogadores de alto nível. Isso mesmo, jogando Code Combat é possível obter até um emprego.

 

Machineers

Faixa etária: 8-14 anos
Plataformas: PC, Mac (iPad em breve)
Preços: demo grátis
Saiba mais: Site Machineers
Visão do especialista: “Machineers parece ser o melhor exemplo de jogos de educação que eu já vi.” – Programador e desenvolvedor de jogos Paul Hayes

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Machineers ganhou o “Best Student Game” em 2012 no Serious Games Showcase and Challenge na Flórida. / Crédito da imagem: Serious Games

Machineers é um título de aventura que permite aos jogadores interagir com máquinas quebradas, utilizando princípios de codificação e uma interface drag-and-drop.

Henrike Lode, membro do time da dinamerquesa Lohika Games, decidiu comercializá-lo como um quebra-cabeça de aventura após uma criança queixar-se que os jogos educativos são como “chocolates cobertos com brócolis”.

“Esta é a preparação para a aprendizagem futura”, disse Lode Indie Statik. “Não temos matemática ou código lá, por isso as crianças não vão ser capazes de começar a programar, mas sim, treinar o pensamento lógico e algo chamado de alfabetização processual, que é a capacidade de ler e escrever processos.”

Atualmente, ainda em desenvolvimento, o PC e Mac demo de Machineers é gratuito para baixar e jogar. Lohika Games tem como alvo uma versão no iPad para o jogo completo.

Bee-Bot

Faixa Etária: 4-7 anos
Plataformas: iOS
Preços: Grátis
Saiba mais: iTunes
Visão do especialista: “Basta testar e assistir ao julgamento, erros, hipóteses, testes e revisões que o sucesso final vai acontecer.” – Doug Peterson, Instrutor na University of Windsor, Canadá.

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Muitas escolas usam Bee-Bot para ajudar a introduzir conceitos básicos de programação. / Crédito da imagem: Dan Crawley

O jogo BeeBot foi projetado para ajudar crianças a programar. O aplicativo é simples, acessível e tem 12 níveis estabelecidos de labirintos progressivamente difíceis.

Há também um app  para crianças maiores de 7 anos, chamado BeeBot Pyramid por U$ 0,99.

Post original: http://venturebeat.com/2014/06/03/12-games-that-teach-kids-to-code/
Tradução: Vanessa Braz
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Ampliação das fronteiras do Code Club

Em novembro de 2015, foi anunciado que a Fundação Raspberry Pi uniu forças com o Code Club para dar a mais jovens a oportunidade de aprender a fazer coisas com computadores. Nos 18 meses desde que fizemos esse anúncio, nós mais do que duplicamos o número de clubes de códigos. Mais de 10.000 clubes estão ativos, em comunidades de todo o mundo.

Code Club na Austrália

O Reino Unido é onde o movimento começou, e agora há uma incrível 5750 Code Clubs envolvendo mais de 85.000 jovens no Reino Unido a cada semana. O resto do mundo está se recuperando rapidamente. Com a ajuda de nossos parceiros regionais, existem mais de 4000 clubes fora do Reino Unido e comunidades de Code Club em rápido crescimento na Austrália, Bangladesh, Brasil, Canadá, Croácia, França, Hong Kong, Nova Zelândia e Ucrânia. Este ano já lançamos novas parcerias em Espanha e Coréia do Sul, com mais por vir.

É fantástico ver o movimento crescer tão rapidamente, e é tudo devido à incrível comunidade de voluntários, professores, pais e jovens que fazem todo o possível. Obrigado a todos!

Hoje, estamos anunciando a próxima etapa da evolução do Code Club. Por favor, rufem os tambores…

A partir de setembro, estamos ampliando o Code Club para 9 a 13 anos de idade.

Code Club Casablanca em São Paulo

Muito se lembrarão que o Code Club, até agora, estava focado em crianças de 9 a 11 anos. Então, por que a mudança?

Simplificando: demanda. Existe uma enorme demanda dos jovens para obter mais oportunidades de aprender sobre computação em geral, e para o Code Club especificamente. As primeiras gerações dos graduados do Code Club passaram para escolas mais antigas e estão nos dizendo que eles simplesmente não têm as oportunidades que precisam para aprender mais sobre a criação digital. Decidimos enfrentar o desafio.

Para o Reino Unido, isso significa que as escolas serão apoiadas para criar clubes de códigos para os anos 7 e 8. Os locais não escolarizados, como as bibliotecas, poderão oferecer seus clubes a uma faixa etária mais ampla.

GROWING CODE CLUB INTERNATIONAL

O Code Club é um movimento global e trabalhamos com nossos parceiros regionais para garantir que ele esteja disponível para crianças de 9 a 13 anos em todas as comunidades do mundo. Isso inclui acelerar o trabalho para traduzir os materiais do clube para mais idiomas.

Code Club Casablanca em São Paulo

Como parte da mudança, expandiremos nosso currículo e recursos educacionais gratuitos para atender crianças mais velhas e codificadores mais experientes. Como todos os nossos recursos educacionais, os novos materiais serão criados por educadores qualificados e experientes. Eles serão projetados para ajudar os jovens a desenvolver uma ampla gama de habilidades e competências, incluindo trabalho em equipe, resolução de problemas e criatividade.

Nosso primeiro passo para apoiar uma faixa etária mais ampla é um programa piloto, lançado hoje, com 50 escolas secundárias no Reino Unido. Ao longo dos próximos meses, estaremos trabalhando em estreita colaboração com eles para descobrir as melhores maneiras de fazer o programa funcionar para crianças mais velhas.

COMO AJUDAR O CODE CLUB?

Por enquanto, você pode nos ajudar a espalhar a palavra. Se você conhece uma escola, um clube de jovens, uma biblioteca ou um local similar que poderia hospedar um clube para jovens de 9 a 13 anos, então incentive-os a envolver-se .

Por último, quero dizer um enorme “obrigado!” Para todas as organizações e indivíduos que apoiam o Code Club financeiramente. Nos cuidamos apaixonadamente sobre o Code Club sendo gratuito para cada criança participar. Isso só é possível por causa das doações e subsídios que recebemos de tantas empresas, fundações e pessoas que compartilham nossa missão de colocar o poder do processo digital nas mãos de pessoas de todo o mundo.

Philip Colligan
CEO, Fundação Raspberry Pi

Post original emhttps://www.raspberrypi.org/blog/growing-code-club/

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Uma coleção de novidades! :)

Olá pessoal, tudo bem?

Estava aqui roendo as unhas de ansiedade para guardar segredo e juntar muitas novidades legais para dividir com vocês. Eis que o momento chegou! Estou junto com a equipe de coordenação muitíssimo feliz e orgulhoso com todas pequenas e grandes conquistas que tivemos nestes últimos meses, e nem preciso dizer o quanto é gratificante todo o trabalho incrível que vocês, voluntários, fazem ao longo do ano com seus Code Clubs, que fica ainda mais bacana quando materializado com fotinhos, relatos de experiências, dificuldades e sugestões que recebemos. Somos imensamente gratos por isso! Afinal, o Code Club Brasil não seria nada sem o engajamento e a força de vocês, voluntários! Mas vamos ao que interessa!

Formalização! Agora somos ONG!

Conseguimos, pessoal! Finalizamos o nosso processo de formalização como organização sem fins lucrativos. É um importante passo para que possamos, a partir de agora, conseguir apoio de empresas e instituições públicas e privadas a fim de levar programação para o máximo de brasileirinhos e brasileirinhas através de nossos Code Clubs.

Falando em compartilhar experiências, nós criamos recentemente um canal no Slack para o Code Club Brasil. Para quem ainda não conhece, o Slack é um ferramenta de comunicação bastante versátil que permite reunir grupos que se dividem em salas (ele chama de canais) por assunto. O bacana é que o Slack funciona no computador, tem app no celular e tudo! A ideia principal por trás dessa ação é aproximar os voluntários e grupo de coordenação, além de, obviamente, permitir links e trocas de experiências entre voluntários. Bem legal, né? É bem fácil de entrar, é só acessar https://codeclubbrasilslack.herokuapp.com/ fazer o processo de cadastro do Slack e bater um papo a gente.

Board público para acompanhar nossas atividades no Trello

Continuando as novidades, com intenção de dar transparência às ações e projetos aos quais que estamos envolvidos, bem como nossas metas e objetivos ao longo do ano, nós criamos um board público do Trello e assim, se você (voluntário(a), puder/quiser ajudar em alguma frente de trabalho, chama a gente no Slack (olha ele aí!) para vermos a melhor maneira de isso acontecer. 😉

E por último, e não menos importante… A gente está com site novo, galera! Remodelamos todo o site com a nova identidade visual do Code Club, colocamos fotinhos e depoimentos dos nossos voluntários, nossos parceiros e outras coisinhas mais. Mas é claro, sempre fica alguma coisa por melhorar. Se você é daquelas pessoas com olho clínico e achar alguma falha, envia pra gente por e-mail ([email protected]) ou no slack (@felipefernandes), ok?

Um site novinho cheio de coisas legais!

Mas não para por aí, ainda estamos preparando mais alguns recursos extras para facilitar a vida dos líderes de clubes e voluntários. Mas enquanto isso não vem, você pode acessar e divulgar bastante essa novidade para sua rede e ajudar a gente chegar em locais aos quais ainda não chegamos ainda. Então, corre lá para dar uma olhada em www.codeclubbrasil.org.br.

Bonus Track!

Compartilhar essas novidades é sempre muito empolgante, então não dá para terminar essa mensagem sem fazer um convite super bacana. Este ano estamos colaborando com a Hora do Código junto com o Programaê, que vai rolar agora em novembro 7 a 11 focado em escolas (públicas e privadas), e posteriormente, durante a semana de ciência e tecnologia que acontecerá de 5 a 11 de dezembro.

Hora do Código! Vem!

A Hora do Código em novembro 7 a 11 é focado em escolas (públicas e privadas), e depois na semana de ciência e tecnologia acontece de 5 a 11 de dezembro.

Para quem ainda não conhece, a Hora do Código é um movimento que estimula a prática de programação por uma sessão de 1 hora, fazendo joguinhos e animações (lembrou do Code Club? Pois é!). Para você que é voluntário e ainda não começou a atuar em um clube, é uma ótima oportunidade de organizar um pequeno grupo de crianças e dar os primeiros passos com a HoC (hora do código). Para os líderes de clubes (opa!), é mais uma oportunidade de engajar os pequenos na programação. Para obter mais informações, dá uma olhada em http://programae.org.br/horadocodigo/

Eu já falei demais, e vou ficando por aqui.

Abraços a todos!

Felipe do Code Club Brasil

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Tem novidades na área!

Fazia um tempo que as coisas estavam aparentemente paradas por aqui, não é mesmo? Bom, aparentemente apenas, porque estávamos trabalhando duro nos bastidores pra preparar todas as novidades que vocês vão encontrar aqui no Blog dos Voluntários Code Club Brasil, a começar pelo layout totalmente novo, lições, materiais de apoio e muito mais…

Layout novo

Desde que o Blog foi criado há mais ou menos 2 anos atrás, nós não haviamos feito grandes mudanças no visual, não que não houvesse vontade, mas acreditávamos que precisariam atualiza-lo de modo sempre que fizesse sentido para os voluntários e os navegadores da rede que chegam aqui pelos diversos canais. Pois bem, eis que chegou o dia! Deixamos o layout com um visual mais clean, de modo que seja mais agradável de ler. Reorganizamos as seções de aulas, materiais de divulgação, adicionamos um formulário de registro de turmas e melhoramos o visual da páginas de informações dos clubes. Todas as páginas você pode encontrar no menu no cabeçalho do site.

Detalhe dos clubes

Demos um “tapa” no visual da página de detalhe do clube (quando você clica no nome do clube depois de achá-lo no mapa).

Formulário de Registro de Turmas

Com o intuito de estarmos sempre atualizados com os números de alunos e turmas, criamos esse formulário. Assim nós podemos dimensionar melhor o nosso trabalho para saber quão perto estamos nos aproximando do nosso objetivo final que é dar oportunidade a todas as crianças brasileiras de exercitar a criatividade usando a tecnologia.

Materiais de Divulgação

Nessa seção que disponibilizamos para vocês arquivos úteis para a divulgação do projeto, atualizamos os arquivos de apresentação, a nossa logo (agora em versão SVG também), novos folders e o link para nossa Proposta Pedagógica (que é um documento bem útil se você quiser apresentar o Code Club para diretoria de um colégio ou algo do gênero).

Novas lições!

Pessoal, esse é nosso maior tesouro! Depois de alguns meses de um trabalho incrível da nossa equipe de tradução, nós conseguimos finalizar a tradução/adaptação dos materiais novos do Code Club. São 12 lições novinhas, distribuidas em 2 módulos (scratch básico e avançado). Agora você que lidera um clube pode dar estimular mais ainda as crianças com essas lições bacanérrimas.

E depois? Vem mais novidades?

A nossa vontade é ter novidades sempre, mas por hoje é só. E se você curtiu tudo até aqui espera só os próximos meses! Vem aí novas lições HTML/CSS, Python e muito mais! 😉

Muitas novidades em 2016!

E aí curtiu tudo? Diz pra gente o que você achou das novidades!

Até a próxima!

 

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Projeto que ensina programação para crianças realiza campanha de financiamento coletivo no Benfeitoria

Rede mundial de voluntários busca recursos para formalização e expansão das atividades no Brasil; Meta é criar um clube de programação em cada escola brasileira

O Code Club (www.codeclubbrasil.org), rede mundial sem fins lucrativos voltada ao ensino de programação para crianças, está com seu primeiro crowdfunding no Brasil no ar. O principal objetivo da campanha de financiamento coletivo (vaquinha virtual) no Benfeitoria (https://beta.benfeitoria.com/codeclubbrasil) é arrecadar fundos para formalizar a operação no país. O procedimento é necessário para que a organização possa realizar parcerias e receber recursos de empresas e instituições que queiram contribuir com sua meta no Brasil.

“Nosso sonho é criar um clube em cada escola do país para que as crianças, de todas as classes sociais, tenham a oportunidade de aprender a programar e fazer seus próprios aplicativos de maneira lúdica e totalmente gratuita. Sabemos que temos muito trabalho pela frente, mas acreditamos que um dia isso será realidade”, afirma o líder do Code Club Brasil, Felipe Fernandes.

A rede mundial de voluntários sem fins lucrativos acredita que o ensino de programação para crianças é fundamental em um mundo cada vez mais digital. Se antes saber criar planilhas, utilizar um editor de texto e acessar a internet era um diferencial, hoje isso não é mais o suficiente. “As crianças já nascem cercadas de dispositivos conectados à internet, mas, mesmo sendo nativas digitais, são apenas consumidoras passivas de plataformas fechadas”, analisa Felipe. “Não há limites para a imaginação de uma criança e se elas souberem programar podem dar vida aos seus projetos. É como se ganhassem superpoderes”, completa.

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Outra parte do valor arrecadado será utilizada para a realização de ações de incentivo ao ensino tecnológico para crianças, elaboração e tradução de material didático, melhoria dos mecanismos de suporte aos clubes já existentes e na criação e compra do primeiro estoque da loja oficial. Com a venda de camisetas, canecas, adesivos e outros produtos exclusivos, a organização espera gerar uma renda para financiar seu projeto de expansão.

“Até o final do ano queremos criar mais trinta clubes em todo o Brasil, o que deve impactar mais de 600 crianças”, revela Felipe. Hoje, já são 160 code clubs espalhadas por todas as regiões do país com uma estimativa de mais de sete mil crianças beneficiadas desde 2013, quando o projeto desembarcou no país.

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Para que isso seja possível, é importante que as crianças não se sintam como se estivessem em uma aula qualquer. Por isso, o grupo oferece aos voluntários um material didático lúdico, que estimula a criatividade e a aprendizagem pela descoberta. “Desde o início, as crianças desenvolvem coisas que estão acostumadas, como jogos, animações e páginas na internet. Para elas, tudo é uma grande diversão”, conta Felipe, que também é responsável pelo Code Club do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.

Para doar para a campanha, basta acessar o site https://beta.benfeitoria.com/codeclubbrasil, fazer um rápido cadastro e escolher uma das cotas e a forma de pagamento. Os valores variam de R$ 25 a R$ 3 mil e todos que doarem ganham recompensas, como kits de produtos personalizados (camiseta, caneca e camiseta) e a possibilidade de indicar um local para receber um novo Code Club. A plataforma funciona no sistema de tudo ou nada. Se a meta de R$ 12 mil for alcançada até o dia 07/11, o Code Club Brasil recebe o dinheiro e os objetivos estipulados são realizados. Se não for, todos os colaboradores recebem seu dinheiro de volta.

 

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Informações para a mídia
Tech Comunicação
Arthur Gandra
[email protected]
(11) 9 7270 1945
(11) 9 5435 1948

Sobre o Code Club Brasil
O Code Club é uma rede mundial sem fins lucrativos voltada ao ensino de programação para crianças por meio de voluntários. O projeto foi criado por Clare Sutcliffe e Linda Sandvik no Reino Unido em 2012 e foi trazido ao Brasil em 2013 pelo engenheiro e pesquisador Everton Hermann. Em 2014, foi escolhida pela fundação Lemann para integrar o Programaê!, sua plataforma online de ensino de programação. Hoje, já são mais de 160 salas espalhadas por todas as regiões do país e a meta é que cada uma das quase 200 mil escolas do Brasil tenha um clube onde as crianças tenham a oportunidade de aprender a programar e fazer seus próprios aplicativos de maneira gratuita.
Site: http://codeclubbrasil.org/
Fanpage: https://www.facebook.com/CodeClubBrasil

 

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WarChild: Desenvolvedores de games unidos contra a guerra

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Não há como ficar imóvel diante das tantas atrocidades que uma guerra produz, principalmente quando afeta aquelas que nada tem haver com o conflito: AS CRIANÇAS. Seja aqui no país ou lá na Síria. Guerra é uma covardia.

Foi com esse pensamento que um grupo de desenvolvedores de games criaram o HELP: Real War is not a Game (AJUDA: Guerra real não é brincadeira, em tradução livre), um evento a ser realizado em março de 2016, e durante 6 dias serão criados jogos que posteriormente serão vendidos no Steam, e outras lojas, e todo valor arrecadado irá para ajudar aos afetados de conflitos armados.

Um dos membros, Miles Jacobson – Criador da sério Championship Manager e diretor da Sports Interactive – definiu em poucas palavras o conceito do projeto: “Nenhuma criança iniciou uma guerra, então nenhuma criança deveria ser afetada por uma”.

No grupo de estúdios apoiadores já confirmaram presença criadores de jogos como: Halo, Total War, Football Manager, Worms, Crazy Taxi, entre outros. Além dos estúdios, os criadores das famosas engines Unreal e Gamemaker também irão contribuir fornecendo kits de desenvolvimento.

Para quem quer saber mais sobre o projeto, ou mesmo doar, o site é https://www.warchild.org.uk/HELPgame.

E aí, e você, o que achou da iniciativa do pessoal? Deixa teu comentário aí.

fonte:MeioBit
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Conheça a Makey Makey Mini

Hoje, a Makey Makey já possui um parente chamado Makey Makey Go, a última versão da nossa interface favorita feita especialmente para que objetos comuns sejam controlados a partir de computador.

O novo produto, que é parecido com um pen drive, é o segundo produto desenvolvido por Jay Silver and Joylabz, que lançou há exatamente três anos atras, no início de 2012. A nova versão se destaca pelo baixo custo – será vendido a $19 Obamas no Kickstarted com previsão de envio para Novembro. O desenvolvedor planeja continuar a vender o Makey Makey original com o nome de Makey Makey Classic ao preço de $49 Obamas.

“Nos últimos três anos eu estive pensando, Makey Makey não é tão simples quando poderia ser”, disse Silver em entrevista ao site Make, e complementa: “Com o Makey Makey Go nós procuramos fazer algo que pudesse estar sempre com você, o mais simples de usar possível”.

Como funciona?

Para aqueles que já tem familiaridade com a Makey Makey (Classic), imagine a Go como sendo uma versão menor, mais simples e mais barata que a original. Você pluga a placa diretamente na porta USB do seu computador (Mac, Windows ou Linux). A partir da perspectiva do computador, a Makey Makey Go se apresenta como um Teclado USB Genérico ou um Mouse.

Mas ao invés de haver um botão de mouse, a plaquinha esperta oferece um local para conectar um conector jacaré (daqueles pequenininhos), inclusos no kit, que podem ser ligados a qualquer material que conduza energia, permitindo que o objeto atue como um clique de mouse, uma barra de espaço ou qualquer tecla que você fizer o mapeamento.

Ao longo destes três anos de projetos Makey Makey você pode encontrar facilmente na Internet uma excelente documentação e mais variados exemplos. Um exemplo (e um dos mais famosos) é o Banana Piano, você pode encontrar outros muito legais nesse link (http://makeymakey.com/gallery/)

Posicionados entre a conector USB e o local de “clipar” os grampos jacaré (essa palavra existe? rsrs), você ainda vai encontrar dois botões capacitivos. Um deles é um botão de Play, usado para ativar a placa. O outro botão que tem o desenho de uma espécie de engrenagem é usado para configurar a placa, configurando que tecla será mapeada para o Makey Makey usar.

O padrão é que qualquer material conectado ao Makey Makey Go seja interpretado como um clique do mouse. Um toque simples no botão de engrenagem e você troca o mapeamento para a barra de espaço, por exemplo. E se você segurar a tecla de engrenagem permite que você possa configurar qual tecla será utilizada como interface de iteração.

O Co-fundador Jay Silver explica a decisão de fazer uma placa mais simples dizendo: “Mesmo com as limitações do número de entradas possíveis, isso amplia as possibilidades de uso pois é muito mais fácil de começar no movimento Maker”.

Ainda há espaço para os clássicos

Apenas porque a novidade do momento é o irmão mais novo “Makey Makey Go”, não quer dizer que a Makey Makey será descontinuada. A maior vantagem da placa versão Classica é sua oferta generosa de 12 possibilidades conexão com os clipes jacaré. Por causa dessa caracteristica se você procura desenvolver um controle mais completo para seu projeto, como o Banana Piano, o Makey Makey Classic ainda é a melhor opção.

Dependendo do número de portas USB que estão disponíveis no seu computador, você pode plugar mais de um Makey Makey Go, adicionando assim um número extra de possibilidades de controle, mas o número de entradas possíveis com o modelo Classico vai ser dificil de bater por $49 Obamas.

Um novo público à vista

A Makey Makey Go é tão um produto novo quando uma nova abordagem, ambas placas compartilham do mesmo princípio: Tranformar objetos do nosso dia a dia em controles para um meio digital. E enquanto alguns irão vibrar com o caçula da familia Makey Makey por seu tamanho, acreditamos que a caracteristica mais atraente é mesmo o precinho de $19 Obamas.

Desde o ínicio de sua campanha no Kickstarted há três anos, o Makey Makey original tem se popularizado entre Makers, crianças e entusiastas. Bom, e $49 Obamas, ainda mais nessa época de dólar alto, não é uma quantia trivial de dinheiro a ser gastos, né?

Mas a $19 doletas a plaquinha é uma proposta diferenciada, permitindo que um novo público seja contagiado pelo espírito Maker. Por um valor que podem ser gastos para utilização para educação tecnológicas em escolas ou mesmo em casa.

E você já usou o Makey Makey? Conte aí nos comentários o que você já inventou.

fonte: http://makezine.com/2015/05/11/smaller-slicker-makey-makey-go-coming-soon-19/
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5 dúvidas comuns antes de criar um Code Club

Oi pessoal, tudo bem?

Frequentemente recebemos perguntas de interessados em montar code clubes em suas cidades, bairros, escolas e instituições, tem dúvidas a respeito de alguns pontos. Então resolvi escrever esse post para ajudar essa galera iniciante no projeto (ou que esteja pensando em iniciar).

Então vamos lá…

1- Idade ideal
Nosso material foi desenvolvido pensando em idades entre 9 a 11 anos.

Code Club Pequenos Programadores / Itapetininga (SP)

2- Mas, posso trabalhar com outra faixas etárias?
Nada impede que você trabalhe com uma faixa de idade menor (7 anos). O que acontece é que as lições podem ficar um pouco mais lentas para os muito pequenos, mas há outros meios de trabalhar lógica de programação com eles utilizando, por exemplo, as atividades offline da Code.org, e também jogos para tablets e celulares como Light Bot.

Light Bot disponível para Tablets e Celulares.

Para os maiores que 12 anos, também é possível usar o nosso material, mas percebo que para eles os exemplos podem ser rasos e pouco complexos, e você vai precisar possivelmente de um code club leader (instrutor), com experiência com programação para criar novos desafios a eles. Quando isso acontece é bem legal!

Outra possibilidade é trabalhar com nosso material para aprender os conceitos e posteriormente usar o CodeCombat.com para aplicá-los.

CodeCombat pode ser um ótimo complemento para as lições aprendidas nos Code Clubs.

3- Capacitação de voluntários
Não possuímos um programa de capacitação oficial ainda (estamos trabalhando nisso). Sugerimos aos voluntários que serão posicionados como code club leaders (instrutores) que treinem fazendo nossas lições antes de trabalhar com as crianças. O método é como um tutorial autogerenciado e complementado por orientações que colocamos na página da lição na área de voluntários do Blog.

Outra dica importante durante esse treinamento é fazer uma aulas-modelo! Assim como a constante troca de experiências entre os voluntários no grupo do Facebook que tem sido uma ferramenta muito eficaz nesse sentido.

E claro, é muito importante frisar que não é pré-requisito saber programação para ser o club leader.

4- Materiais
As lições traduzidas para o Português Brasileiro ficam disponíveis aos usuários que se cadastram como voluntários no nosso site. Ao se cadastrar no Code Club, o voluntário tem acesso a materiais complementares para administração do clube.

5- Laboratório / Computadores
Não é necessário um laboratório com máquinas super possantes para tocar um Code Club. O principal programa que usamos é o Scratch que é multiplataforma (funciona em Windows, Mac e Linux – já testei em todos!).

Requisitos mínimos da máquina:

  • Monitor com resolução minima de 800×600,
  • CPU e Memória (praticamente todos os atuais),
  • 120 Mb de espaço em disco (HD).

É bem legal também ter recursos na máquina como Placa e Caixas de Som, bem como microfone e câmera, pois é possível criar de maneira muito fácil jogos com interação utilizando esses dispositivos. É necessário ter instalado o Adobe Air e o plugin Flash player.

[bônus1]

Aqui no Brasil há alguns colégios/escolas que tem diponíveis os UCAs (um computador por aluno), e eles funcionam muito bem com o Scratch!

Há três versões do Scratch disponíveis: Internet (roda direto no browser), a Offline 2.0 (instalável, muito parecida com a atual online), e a Offline 1.4 (instalável, com a maioria dos recursos disponíveis na versão anterior, ideal para máquinas mais antigas).

Scratch é nossa ferramenta principal para desenvolvimento das lições Code Club.

 

[bônus2]

Recentemente o pessoal do MIT lançou uma versão do Scratch para tablets chamada Scratch Jr, que é uma ótima alternativa para alunos mais novos.

E aí, tem mais alguma dúvida? Envie-nos um e-mail para [email protected], comente esse post, ou fale conosco na nossa página no Facebook.

Um abraço,
Felipe Fernandes

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Hangouts com GEG BH e Inspirações para educadores

Participamos na última terça (03 de março de 2015) de uma mesa redonda (Google Hangouts) organizada pelo Grupo de Educadores do Google de BH. Foi muito legal! E no papo, falamos sobre o Code Club para quem ainda não conhecia ou tinha dúvidas, e também tive a oportunidade de conhecer mais sobre um outro projeto fantástico encabeçado pela Soraia Novaes chamado Code Wars, que tem muitas similaridades conosco, e atua específicamente em áreas vulneráveis socio-economicamentes de Maringá-PR.

Felizmente tudo foi transmitido ao vivo pelo Hangout e disponibilizado online para quem tiver curiosidade e um tempinho para assistir:

Durante o papo foi relembrado sobre excelentes exemplos de educadores e estudiosos que vem nos fazendo refletir sobre a educação de modo geral como o Sugata Mitra, a escola Ponte em Portugal e até o conceito de flipped classroom (sala de aula invertida), a maioria disponibilizado em palestras que já rolaram no TED. Bom, eu me empolguei e achei um um link fantástico publicado pela Revista Escola muito legal que lista seis palestras inspiradoras sobre educação. Que você pode acessar aqui.

Bonus track!
No papo também foi falado sobre o projeto ed.TED.com que é uma plataforma online destinada aos educadores que desejam utilizar em suas aulas vídeos (qualquer um do TED ou youtube) como instrumento de ensino combinados com questionários (criados pelo próprio educador) e reflexões. Me cadastrei, explorei um pouquinho e é realmente fantástico!

E aí, o que você achou das sugestões de links? E o Hangouts? Acompanhou? Deixa o comentário aí com sua crítica, sugestão ou elogio. 😀

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Garoto faz a pergunta mais antiga que existe para cientista. E ele responde de forma brilhante…

“Qual os sentido da vida?” o garoto de 6 anos pergunta ao astrofísico Neil deGrasse Tyson e ele, com toda ternura responde de forma fantástica.

Esse, só vendo mesmo…

fonte: AWEBIC

 

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